Biometria facial

Palmeiras usa biometria facial para ajudar na prisão de criminosos

Palmeiras lançou projeto em maio O Palmeiras, através do seu sistema de catracas com reconhecimento facial, ajudou a Secretaria de […]

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Prisões aconteceram em cooperação com a SSP-SP. Foto: Fábio Menotti/Palmeiras

Palmeiras lançou projeto em maio

O Palmeiras, através do seu sistema de catracas com reconhecimento facial, ajudou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) a prender 28 criminosos.

Palmeiras e a SSP-SP fizeram uma ação coordenada que resultou na prisão de 28 pessoas procuradas pela polícia e que tentaram acessar o estádio.

Além disso, 42 pessoas que estavam em descumprimento de medidas judiciais foram abordadas e impedidas de entrar no estádio.

“Investimos na implementação do reconhecimento facial para proteger o nosso maior patrimônio, que é o torcedor do Palmeiras. Queremos que a nossa casa seja cada vez mais segura para todas as famílias que a frequentam e estamos satisfeitos em contribuir com as autoridades públicas de segurança”, diz a presidente do clube, Leila Pereira.

Ideia da Leila Pereira

As catracas de reconhecimento facial do Allianz Parque foi uma ideia implantada pela presidente Leila Pereira em uma tentativa de acabar com o cambismo no clube.

Com o reconhecimento facial apenas o dono do CPF que comprou o ingresso consegue acesso ao estádio o que afasta a possibilidade de revenda.

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